terça-feira, 4 de agosto de 2009

Super Mario World – Mario chega ao universo dos 16 bits!

Informações gerais:

Ano de lançamento: 1991
Console: Super NES
Fabricante: Nintendo
Categoria: Ação/Plataforma
Número de jogadores: 1 ou 2

Mais uma aventura para os irmãos Mario!

Super Mario World, a tão esperada continuação de Super Mario Bros 3! Foi um dos primeiros jogos produzidos para o Super NES e é até hoje considerado como um dos melhores já lançados para o console de 16 bits da Nintendo! Como não podia ser diferente, a dupla de gênios Shigeru Miyamoto e Koji Kondo trazia ao mundo mais um jogo fantástico da série Super Mario, que só ajudaria a popularizar ainda mais o encanador mundo afora!

História

A história do jogo é batida, mas quem se importa: Mario, Luigi e a Princesa Toadstool foram tirar férias na Ilha dos Dinossauros. Mas, durante as férias, a Princesa Toadstool acaba sendo raptada mais uma vez pelo infame Bowser! O vilão cascudo desta vez, além de seu vício em seqüestrar a nossa pobre princesa, deseja também se apoderar da Ilha dos Dinossauros, e para isso acabou aprisionando seus habitantes em ovos mágicos, que são guardados fielmente pelos seus sete filhos! Diante disso tudo, é lógico que a dupla de heróis encanadores não iria ficar quieta! Mario e Luigi irão se aventurar por 7 mundos cheios de inimigos e desafios, até poder finalmente encarar o maldito Bowser e salvar a Princesa, junto com todos os habitantes da Ilha dos Dinossauros.

Power Ups!

O número de “Power Ups” em Super Mario World é menor em relação ao jogo Super Mario Bros 3, mas não deixam de ser interessantes e bastante úteis durante a dura jornada dos irmão Mario: com o cogumelo Mario e Luigi atingem sua forma super; com a Flor de Fogo adquirem o poder de soltar as clássicas bolinhas de fogo; e com o item pena, ganham uma capa e com ela podem voar(bem, na verdade planar)! As roupas de bichos que fizeram o charme de Super Mario Bros 3 não apareceram neste jogo,infelizmente.

A estréia de Yoshi!

Super Mario World marcou a estréia de mais um personagem inesquecível da série: o dinossauro Yoshi. Um bicho que pode engolir quase todo tipo de inimigo que se encontra pelo caminho! Já os duros cascos de tartaruga são mais difíceis de engolir pelo dinossauro, mas isso acaba sendo útil no jogo, pois de acordo com a cor do casco de tartaruga que Yoshi estiver na boca, ele terá um poder diferente: o casco verde pode ser simplesmente arremessado novamente em algum outro inimigo; o casco vermelho pode ser cuspido também, mas vira três bolas de fogo que são muito úteis contra os inimigos; o casco amarelo faz com que Yoshi faça uma nuvem de areia cada vez que ele pular e pisar no chão, sendo que essa nuvem pode atingir e destruir inimigos; e já a casca azul permite que o dinossauro ganhe um par de asas e então possa voar! Mas vale lembrar que se você deixar as cascas na boca do Yoshi por muito tempo, ele vai engolí-las, e então o dinossauro não poderá mais fazer as coisas que faria quando as cascas estavam na sua boca. Se um inimigo encostar em Yoshi, nada de mau acontecerá a quem o estiver montando, mas isso fará o dinossauro fugir em disparada! Quando acontecer isso o jogador deve tentar encontrar uma forma de subir novamente nas costas de Yoshi, antes que o coitado acabe caindo em um buraco, deixando você sozinho mais uma vez.

Um fator interessante no jogo é que além do Yoshi tradicional(de cor verde) há também outros três tipos raros desse útil companheiro(vermelho, azul e amarelo). No começo eles serão meros bebês, mas eles crescerão e atingirão a forma adulta se forem alimentados com cinco inimigos. Cada um desses três tipos raros de dinossauro possui características bem distintas: o Yoshi vermelho sempre cospe bolas de fogo; o Yoshi Azul pode voar por um determinado tempo; e o Yoshi Amarelo cospe nuvens de areia por um tempo determinado. Não importa qual a cor do casco de tartaruga esteja na boca deles, seja qual for o tipo, cada um sempre terá seu poder característico.

Estoque de itens.

Algo muito bem bolado pelos programadores do jogo foi o estoque de itens que fica na parte superior da tela. Nele o jogador poderá armazenar um item especial caso seu personagem já esteja com algum “Power Up”. Quando o personagem for encostado por algum inimigo, e assim perder seus poderes, o item irá cair automaticamente para o jogador. Agora se o jogador quiser fazer com que o item armazenado caia quando ele bem entender, bastará apertar o botão Select.

Caminhos secretos!

Fique ligado nos pontos vermelhos no mapa! Estas áreas possuem passagens especiais secretas ou buracos de fechaduras! Geralmente as chaves desses buracos estão por perto. Se o jogador pegar a chave e for na direção do buraco, ele irá descobrir novos caminhos no jogo que poderão ser usados como atalhos.

Gráficos, Efeitos e Trilha Sonora

Os gráficos de Super Mario World estão excelentes, mesmo se tratando de um dos primeiros projetos desenvolvidos para o console! Shigefumi Hino fez um ótimo trabalho, conseguindo criar cenários novos mas que são ao mesmo tempo, bem familiares para qualquer fã da série Super Mario Bros! Tudo é tão colorido e bonito que chega quase a lembrar um desenho animado!

Os efeitos sonoros estão tão bons quanto dos outros clássicos jogos da série lançados para o NES! Até mesmo sons clássicos aparecem aqui, mas claro, tendo uma definição jamais vista antes graças ao poder sonoro do Super NES!

As músicas como de costume na série, são um grande destaque! Koji Kondo consegui mais uma vez criar melodias simples, mas extremamente cativantes, e que conseguem passar ao jogador muita emoção ao jogar Super Mario World. Nas fases em cavernas, por exemplo, a música tem um tom sombrio de arrepiar! Já nas fases na água é mais lenta e melodiosa, enquanto que em fases nas montanhas é super agitada! Uma curiosidade para os fãs das antigas: permanecer no mapa da Special Zone durante alguns minutos faz com que a música mude e surja uma nova versão do tema principal do primeiro Super Mario Bros!

Jogabilidade

Os controles não poderiam ser melhores! Tudo funciona com uma extrema precisão! E graças ao console de 8 botões do Super NES, Mario e Luigi podem correr, pular, dar um salto giratório, segurar objetos, jogar objetos para o alto, abaixar, nadar, andar agarrado em cercas, descer rampas, segurar em cordas e fazer tantas outras ações nunca antes possíveis!

Dificuldade

O único ponto fraco de Super Mario World é a sua dificuldade, que é muito baixa. Talvez a Nintendo tenha feito o jogo bem fácil para que até as crianças menores pudessem se divertir com o jogo. Mas em compensação, o jogo é tão grande ou até maior que o clássico Super Mario Bros 3! São mais de 90 fases para se atravessar, o que requer boas horas de jogo!

Conclusão

Super Mario World foi mais um ótimo jogo da série Super Mario Bros. Para muitos fãs das antigas, este é o último jogo de Mario que realmente vale apena jogar. Tudo bem, Super Mario Bros 3 continua sendo insuperável, mas com toda certeza Super Mario World tem o honroso segundo lugar com todo merecimento!

Super Mario Bros 3 – O clássico ressurge no Super Nintendo!

Informações gerais

Ano de lançamento: 1988/1993
Plataforma: Super Nintendo.
Fabricante: Nintendo.
Gênero: Ação/Plataforma.
Número de jogadores: 1 a 2.

Simplesmente clássico!

Super Mario Bros 3 foi o maior fenômeno de vendas na história dos vídeo games. A série Mario se tornou um grande sucesso na década de 80. O sucesso foi tão grande que em 1993 a Nintendo lançou Super Mario All Star. O cartucho trazia os três games originais do Mario, mais o Super Mario Bros 2 lançado somente no Japão com gráficos e som renovados, mas com as mesmas fases, jogabilidade e diversão no Super Nintendo. Nos meus 10 anos de idade eu adquiri este cartucho, foi graças a ele que pude conhecer este grande clássico do Mario. Confira a seguir, uma análise da versão remake de Super Mario Bros 3.

Super Mario Bros em sua versão original encantou todos os jogadores com o seu charme. Por isso, não me resta dúvidas de que a versão em 16 bits não supera a original. Ainda sim, é muito interessante jogar este clássico numa versão melhorada.

História

Mario e Luigi trouxeram a paz de volta para o reino dos cogumelos. Mas no mundo dos cogumelos as coisas estão cada vez piores. Bowser mandou seus filhos para os castelos dos reis para roubar o cetro mágico de cada um deles para que pudessem dominar o mundo dos cogumelos.

Mario e Luigi partem para o mundo dos cogumelos para acabar com essa bagunça e libertar esse novo mundo das garras do malvado Bowser e sua família maluca.

Mundos divididos por mapas

Super Mario Bros 3 traz oito mundos com muitas fases para você atravessar. Este foi o primeiro game da série a dividir os mundos através de mapas, há muitas fases para se atravessar e a maioria dos mundos trarão no mínimo três castelos e um navio, que é onde você enfrentara o chefe do mundo.

SMB3 trouxe uma série de novidades que infelizmente ficaram de fora em Super Mario World. A primeira delas é que Mario pode guardar uma grande quantidade de itens para que o jogador use-os quando bem entender. Existem várias maneiras de se conseguir os itens.

No mapa dos mundos haverá pontos que podem ser encarados como fases bônus, o mais comum deles é a cabana do Toad, o pequeno cogumelo dará a você três baús para que você abra apenas um deles e pegue o item que estiver nele, quando você mata o chefe de um castelo aparecerá no mapa um cartão que lhe levará a um jogo da memória, cada figura representa o item que você ganhará caso ache o par do mesmo. Outro ponto importante no mapa é um mini-game onde você deve montar uma imagem com suas três partes iguais, você ganha vidas se o fizer da maneira correta.

Outras maneiras de ganhar vidas é coletando 100 moedas para ganhar uma vida extra, no final de cada fase você verá uma caixa onde os itens estão sempre mudando, a cada três vezes que você bater nessa caixa você ganhará vidas, mas se você fizer uma sequência com os mesmo itens vai faturar 5 vidas de uma vez!

Usando itens

O número de itens que Mario poderá guardar é realmente extenso, quando estiver na tela de mapa basta o jogador pressionar Y ou X para visualizar o seu inventário. A maioria dos itens podem ser muito úteis, por exemplo: Se você perder uma vida enquanto tentava atravessar um navio terá de recomeçar sendo o pequeno Mario, nessas situações basta você selecionar um item na tela de mapa, podendo então recomeçar a fase estando como Super Mario, Mario de Fogo ou até mesmo a forma de guaxinim.

Os Power Ups deste jogo também estão ótimos. No primeiro Mario Bros podia-se se transformar apenas em Super Mario e Mario de fogo, agora existem mais formas além dessas.

Dentre as novas formas o destaque vai para o Reccon Mario, ou, forma de guaxinim, como ficou conhecida pelos fãs. Estando nessa forma Mario pode atacar os inimigos com sua cauda e voar. Para voar basta correr até que a barra Power fique completa, feito isso basta apertar o botão Y seguidamente para fazê-lo voar.

Há outras formas interessantes que Mario pode assumir que lhe dão outros poderes tais como lançar martelos, se tornar um sapo que nada com mais facilidade na água e etc.

Além dos novos Power Ups, ainda há itens que ajudam Mario, alguns deles são nuvens que permitem que Mario passe por uma fase do mapa sem ter de jogá-la ou então o conhecido Warp Zone, que permite Mario escolher o mundo para o qual deseja avançar. Super Mario All Star traz a ótima opção de salvar seu jogo, o que torna o uso das Warp Zones totalmente inútil.

Gráficos

Os gráficos de SMB3 no Nintendo já eram muito bons, no Super Nintendo ficaram melhores ainda. No Nintendo as fases apresentam fundos de telas simples e agradáveis, mas a maioria desses cenários de fundo são apenas uma cor, já no Super Nintendo os fundos ficaram mais detalhados com nuvens, montanhas, cachoeiras e montes de áreas. Dentro dos castelos também há belos fundos de telas com paredes e janelas. Dentro dos navios então é muito mais legal, foram adicionados efeitos de nuvens e trovões, passando um clima mais tenso para o jogador.

O desenho dos personagens também ficaram bem legais e com cores mais bem distribuídas, todos os inimigos ficaram bem desenhados e sem nenhum defeito.

Efeitos sonoros e músicas

Os efeitos sonoros são muito bons, praticamente todos eles foram tirados de Super Mario World, estão todos muito bem agradáveis de escutar.

A trilha sonora já era ótima na versão original do game, os 16 bits ficaram melhores ainda. Com o chip de som superior do Super Nintendo as músicas ganharam leves arranjos orquestrados que as deixaram bem legais, destaque para a música dos navios que passa um clima de mistério ao jogador.

Apesar dessa melhora sonora, eu ainda me divirto mais ouvindo as músicas deste game nos seus limitados 8 bits, mas o cuidado da Nintendo com a trilha esta de parabéns. Seria bom se a Tecmo tivesse tomado cuidado igual ao remixar a trilha da série Ninja Gaiden, que ficou com a trilha sonora muito ruim em seu remake para o SNES.

Controles e dificuldade

Ficaram bons, mas pessoalmente eu ainda prefiro os controles da versão original. No Nintendo os comandos são super suaves, a versão do Super Nintendo não passa essa mesma sensação. Há uma novidade legal nos controles, agora Mario poderia carregar os cascos das tartarugas e pedras azuis que aparecem durante as fases.

A dificuldade não é extrema, mas este é sem dúvida o game mais difícil da franquia. As fases são curtas, mas cheias de inimigos chatos e buracos para pular. Há muitas fases onde a tela se movimenta sozinha, fazendo com que o jogador seja rápido! Os castelos não são tão difíceis de atravessar. Os navios também são um pouco trabalhosos e exigem da agilidade do jogador. Os chefes por outro lado são bem fáceis de serem vencidos.

Conclusão

Mesmo depois de quase 20 anos Super Marios Bros 3 continua sendo para muitos o melhor game da franquia Mario até hoje, Super Mario All Star foi uma bela maneira de mostrar aos jogadores os antigos games da série Mario, e principalmente, de mostrar o seu maior clássico até hoje.

Como disse acima, conheci este game através do Super Mario All Star, só pude jogar a versão original através de emuladores alguns anos depois. Não importa se é a versão remake ou a versão original, Super Mario Bros 3 até hoje continua sendo muito especial para qualquer um que teve a chance de jogá-lo.

Super Mario Bros 2 – Um “Mario diferente”…

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Informações Gerais:

Ano de lançamento: 1988
Categoria: Ação/Plataforma
Console: NES
Fabricante: Nintendo
Número de jogadores: 1

Super Mario Bros. 2 (americano) foi lançado em 1988, apresentando para os fãs de Mario e Cia, um universo e características totalmente diferentes do jogo anterior da série. O motivo disso tudo é simples: originalmente ele não era um jogo da série Mario. Ao achar que o Super Mario Bros 2 lançado do Japão tinha uma dificuldade elevada demais, e que assim desagradaria o público americano, a Nintendo americana resolveu então fazer sua própria versão do jogo. Mas não começaram um projeto do zero, e sim fizeram algumas pequenas alterações em um jogo japonês chamado Doki Doki Panic, substituindo os sprites dos personagens e itens do jogo original para os da série Mario, mas mantendo os cenários e inimigos de Doki Doki Panic. A história escolhida pela produtora americana para explicar o universo diferente não foi das melhores: o jogo todo é um sonho de Mario. Isso é descoberto quando se chega ao final da aventura. Nesse novo jogo, temos Mario, Luigi, Princesa Peach e Toad como personagens jogáveis. Eles devem salvar a terra dos sonhos, conhecida como Subcon, do vilão Wart.

Cada personagem possui suas particularidades…

Cada personagem tem características distintas: Luigi pula mais alto, Peach consegue planar no ar após o salto, Toad é mais forte e rápido, e Mario um pouco de cada habilidade sendo o personagem mais balanceado. Agora os inimigos não são mortos ao pular sobre eles, e sim ao serem atingidos por vegetais que o jogador retira do solo.

Ao contrário do jogo anterior, os personagens já começam do tamanho grande, e possuem pontos de vida, que podem ser acumulados até quatro ao se pegar os cogumelos nas zonas especiais. Se o personagem ficar com apenas um ponto de vida, ele ficará então do tamanha pequeno. Não há a “Flor de Fogo” no mundo de Subcon, então as únicas armas lá serão os legumes e cogumelos de pedra que são encontrados durante a aventura.

Gráficos, Efeitos e Trilha Sonora

Os gráficos são simples, mas a construção dos cenários, personagens, inimigos, etc está muito boa! Agora Luigi mostra que não é um irmão gêmeo de Mário, sendo mais magro e mais alto que seu irmão.

Os efeitos sonoros seguem o estilo do primeiro jogo da série, sendo realmente excelentes! Como no primeiro Super Mario Bros, praticamente toda ação tem um som característico. Nada mais gostoso do que o som de um legume acertando em cheio um inimigo…

As músicas estão ainda melhores do que no primeiro jogo e continuam tendo vários climas diferentes durante a aventura. Algumas são alegres e “pra cima”, outras são lentas e misteriosas, já outras passam uma tensão de dar angústia(como a música dos chefes de fase).

Jogabilidade

A jogabilidade é mais uma vez ótima! Os comandos funcionam muito bem, mas você tem que se acostumar com as características de cada personagem do jogo para usá-los de maneira adequada. Enquanto Toad colhe legumes do solo na “velocidade da luz”, a delicada Princesa Peach demora mais tempo para fazer isso, portanto tenha isso em mente para saber o momento preciso para acionar os botão de seu controle. Luigi salta realmente muito alto, mas as vezes fica bem difícil de controlar seu “pouso”.

Dificuldade

A dificuldade de SMB 2 não é tão pesada como a do primeiro jogo, mas mesmo assim os mundos finais poderão dar boas dores de cabeça aos jogadores, com cenários cheios de inimigos e fases um pouco complicadas. Os chefões do jogo começam bem fáceis, mas depois alguns serão ossos duros de roer!

Conclusão

SMB 2 (Americano) acabou se tornando um “Super Mário diferente”. Ao invés de seguir os mesmos padrões de SMB 1, ele era realmente, totalmente, diferente. Até mesmo o jogo posterior da série (o aclamado Super Mario Bros 3) voltou a ter sua jogabilidade baseada no primeiro jogo da série e uma história que se passasse novamente no Reino dos Cogumelos(e não em um sonho) e trouxesse de volta o grande vilão Bowser Koopa. Mas isso não quer dizer que SMB 2 seja um jogo ruim, longe disso, pois ele na verdade é garantia de boas horas de diversão.

Super Mario Bros – O game que revolucionou o mundo!

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Informações Gerais:

Ano de lançamento: 1985
Console: NES
Fabricante: Nintendo
Categoria: Ação\Plataforma
Número de jogadores: 1 ou 2

Simplesmente revolucionário!!!

Super Mario Bros é simplesmente o jogo que revolucionou tudo na década de 80! Lançado em 1985, numa época em que os jogos com o tempo se tornavam chatos e repetitivos, SMB trazia uma aventura cheia de desafios e segredos, além de inovar na parte técnica também! Antes os jogos se limitavam a uma tela, apenas uma por vez. Ou seja, um personagem de um jogo poderia sair do canto esquerdo para o direito da TV e a tela mudava, avançava, e o personagem estava de novo andando lá, da esquerda pra direita. SMB mudou isso! A tela agora rolava e acompanhava os movimentos e pulos do personagem do jogo, sem cortes como os jogos lançados anteriormente! Esse movimento lateral, chamado de “side scrolling” era um detalhe até então inédito no mundo dos games!

História

A história do jogo é pura fantasia! Você entra na pele de Mario e Luigi, dois irmãos encanadores que tem a missão de salvar a princesa do Reino dos Cogumelos, que foi seqüestrada pelo terrível vilão réptil Bowser Koopa. O reino foi infestado pelo exercíto de Bowser, o que deixa a aventura muito divertida!

Um detalhe hoje já batido, mas que na época era bem curioso são os “Power Ups”: os irmãos Mario e Luigi começam pequenos, mas crescem ao “comer” um cogumelo(passando a ser capazes de quebrar blocos de pedra) e ainda podem atirar bolas de fogo ao encostar numa “Flor de Fogo”.

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Gráficos

Os gráficos são simples, mas nem por isso deixam de ser bonitos. Só pra se ter uma idéia, SMB usa míseros 40 KB de memória, sendo apenas 8 para os gráficos! O restante(32) foram usados para o resto da programação do jogo. Mesmo com toda sua limitação gráfica, os cenários do jogo são bem feitos, apesar de um pouco vazios. Mas as animações dos personagens está excelente!

Efeitos Sonoros, Trilha Sonora e Jogabilidade

Os efeitos sonoros são gostosos de ouvir, e para a época em que o jogo foi lançado, foram revolucionários! Nada mais bacana do que o tradicional som de Mario ou Luigi crescendo ao pegar um cogumelo, ou das bolas de fogo limpando os inimigos do seu caminho. Praticamente toda ação terá um som característico no jogo, e todos de excelente qualidade!

As músicas ditam o clima da aventura em SMB e são marcantes! Em estágios ao ar livre quando os heróis caminham pelos campos ela é alegre, nas fases debaixo d´água a música fica lenta, nas cavernas tem um clima de mistério e nas fortalezas a música ganha tensão! Tudo isso graças ao grande trabalho de Koji Kondo.

A jogabilidade é ótima! Os comandos funcionam muito bem. Mario e Luigi podem saltar, correr e saltar ainda mais alto, nadam com facilidade, etc, tudo graças aos ótimos controles do jogo.

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Dificuldade

A dificuldade do jogo é crescente. Quanto mais você avança no Reino dos Cogumelos, mais difícil fica a aventura! Os últimos mundos(6,7 e principalmente o 8) irão exigir do jogador grande agilidade e inteligência para passar pelos desafios. Haverá abismos que a primeira vista parecerão impossíveis de se passar, mas não são! Basta pegar as manhas necessários para passar com certa tranqüilidade, mesmo que isso custe perder algumas vidas nas primeiras tentativas. Os chefões do jogo também seguem o nível de dificuldade de cada mundo, mas nada que algumas bolas de fogo não resolvam…

Conclusão

SMB realmente marcou toda uma geração de game maníacos! Revolucionou a indústria dos jogos para videogame apresentando importantes evoluções técnicas, além de ser em si, um jogo muito bem construído e cheio de novidades em termos de jogabilidade! Shigeru Miyamoto trouxe ao mundo um jogo divertido e com uma duração bem maior do que se estava acostumado nos anos 80. Agora você tinha um objetivo claro, e não apenas se limitar a fazer o maior “score” matando dezenas de inimigos. E sem falar na boa idéia dos “Warp Zones” que possibilitam o jogador encurtar sua aventura, não sendo obrigado a passar por todas as fases para se chegar ao final do jogo. Algo que poderia tirar a graça do jogo, mas que na verdade fez com que jogadores do mundo inteiro passassem a se dedicarem a explorar todos os cantos da aventura para encontrá-los.

A grande estréia de Mega Man!

Informações Gerais

Ano de lançamento: 1987
Console: NES
Fabricante: Capcom
Categoria: Ação
Número de jogadores: 1

E nasce Mega Man!

Lançado em 1987 para o NES, Mega Man logo se tornou um dos jogos mais aclamados do sistema de 8 Bits da Nintendo. Mesmo sendo mais um jogo de plataforma estilo “Super Mario Bros” à primeira vista, Mega Man trouxe novidades interessantes.

História

A história do jogo é a seguinte: No ano 20XX, dois cientistas, Dr. Thomas Light e Dr. Albert W. Wily, desenvolveram oito robôs para ajudar a humanidade, fazendo trabalho pesado e em condições extremas que os humanos não agüentariam. Deram-lhes o nome de Robot Masters. Eles são: Mega (assistente), Roll (dona de casa), Cut Man (lenhador), Guts Man (operário), Ice Man (criado para trabalhar em lugares extremamente frios), Bomb Man (demolidor), Fire Man (incinerador) e Elec Man (trabalho em usinas de força). Quando o trabalho deles foi reconhecido pelo mundo, apenas o Dr. Light recebeu crédito, e o Dr. Wily enlouqueceu e quis vingança, roubando seis dos Robot Masters e os reprogramando para o obedecer e o ajudarem a dominar o mundo. Dr. Light então modifica Mega, seu assistente que ele cria como se fosse seu filho, e o transforma em um robô de batalha chamado Mega Man para salvar o mundo das loucuras de seu assistente, Dr. Wily.

Um jogo de ação bem original para a época!

Uma novidade bem interessante que Mega Man trazia para o mundo dos jogos de plataforma, era que nele você podia escolher livremente qualquer uma das seis fases iniciais do jogo. Outro detalhe também bastante interessante é que o personagem Mega Man tem o poder de aprender as técnicas dos outros seis robôs inimigos. Para isso ele tem que vencê-los primeiro e absorver então seus dados. Isso foi algo bem original para a época e se tornou marca registrada da série! O herói ainda tem como arma um canhão no seu braço direito, extremamente prático na destruição dos inimigos menores. Outros dois detalhes curiosos é que Mega Man foi o único jogo da série a possuir pontuação e também o único em que não havia passwords.

Gráficos

Os gráficos de Mega Man são simples, mas muito bem feitos para o ano em que o jogo foi lançado. Basta fazer uma comparação com outros jogos estilo plataforma da mesma época, para comprovar que o time da Capcom caprichou o máximo que podia! Os cenários são bem desenhados, assim como os personagens do jogo. Os fundos dos cenários algumas vezes pecam pela simplicidade(como quando não há detalhe algum, sendo apenas um fundo simples de uma cor apenas), mas tem o mérito de não serem repetitivos. Cada fase tem cenários com suas características próprias, o que dá uma vantagem para Mega Man neste quesito, já que na época em que saiu, era muito comum jogos terem seus cenários quase que todos iguais ou que se repetiam demais, dando ao jogador a sensação de estar jogando sempre a mesma fase.

Efeitos e Trilha Sonora

Os efeitos sonoros estão perfeitos para o estilo do jogo. Os barulhos dos tiros, explosões, tudo foi muito bem feito. Alguns efeitos sonoros deste jogo tiveram obrigatoriamente que aparecer nos jogos posteriores, pois são realmente ótimos!

As músicas seguem o mesmo padrão de qualidade dos efeitos sonoros, ou seja, são perfeitas! A trilha sonora de Mega Man é compostas de temas excelentes e que ditam de maneira perfeita todo o clima desta grande aventura.

Jogabilidade

A jogabilidade de Mega Man é muito boa! Todos os comandos funcionam de maneira precisa! O herói pode atirar com seu canhão, pular, subir escadas e correr com grande desenvoltura! Não há do que reclamar!

Dificuldade

A dificuldade de Mega Man é bem acentuada, ainda mais nas fases finais e decisivas. As fases são cheias de inimigos diversos e perigosos, com chãos cheios de pontas de ferro que fazem você explodir ao tocar neles, abismos sem fundo que também levam o herói a morte certa caso ele caia em algum deles, e em algumas existem até lança-chamas que querem que você vire churrasco! Os chefes do jogo já podem ser vencidos de uma forma mais fácil se você utilizar a arma certa contra eles. Por exemplo, qual a melhor forma para destruir o robô Fire Man? Utilizar na batalha contra ele o “Ice Slasher”, a técnica obtida ao se derrotar o Ice Man! Se o jogador usar a seqüência certa para se enfrentar os 6 robôs a serviço de Dr.Willy, ele não terá tanto problema em vencê-los. Se mesmo assim estiver penando para passar por um chefe(como algum dos três chefes finais), o jogador poderá apelar para o truque do “botão Select”. Ele é simples: quando o seu tiro tocar o inimigo pressione Select. O inimigo continuará piscando indicando que ele está sendo danificado. Aperte Select várias vezes para simplesmente detonar a energia do inimigo. Caso o adversário não seja vencido de primeira, acerte ele novamente e repita a operação. Para muitos jogadores esse truque tira a graça do jogo, então a escolha vai de cada um se é legal utilizá-lo ou não.

Conclusão

Mega Man foi o pontapé inicial de uma das séries mais cultuados do universo dos videogames. E foi um excelente começo, trazendo um sistema de jogo original, desafiante e muito, muito divertido! Não foi por mero acaso que o robô azul se tornou o mascote da Capcom…

O primeiro jogo da série Contra no NES fez história!

Informações Gerais:

Ano de lançamento: 1988
Console: NES
Fabricante: Konami
Gênero: Ação
Número de jogadores: 1 ou 2 (simultâneos)

O início de outra grande série no mundo dos games!

Contra é uma das séries de ação mais aclamadas da história dos videogames! O primeiro jogo da série foi originalmente criado para o Arcade, mas depois teve uma excelente versão para o NES! No primeiro episódio da série, o jogador entra na pele de dois soldados que devem salvar todo o planeta Terra de uma ameaça alienígena!

História

No ano de 1957, um misterioso meteoro caiu em uma ilha da América do Sul. 30 anos depois, descobre-se que o meteoro trouxe consigo vida alienígena! O líder dos aliens, chamado Red Falcon, planeja fazer um ataque fulminante no planeta Terra, acabando com toda a humanidade! Dois soldados veteranos, Scorpion e Mad Dog, são convocados para salvar o mundo, tendo a difícil missão de infiltrarem na ilha do inimigo e exterminar todo ser hostil que tente impedi-los de destruir Red Falcon.

Um jogo com muito ação!

Contra é um jogo extremamente empolgante, e graças a sua ação contínua, obriga o jogador a ter uma grande agilidade com seu personagem, atirando em tudo o que se move na tela, e ainda tendo que desviar dos ataques inimigos para não morrer! Não há pontos de vida, leve um simples “tirinho” para perder uma vida.

Detalhes que fizeram de Contra um clássico!

Um fator interessante é que o jogo possui dois modos de câmera principais, com fases com jogabilidade horizontal (seguindo da esquerda para direita) e jogabilidade traseira (onde a câmera é fixa atrás do personagem e você tem uma visão “quase” de segunda pessoa).

Os dois soldados podem encontrar durante o jogo quatro diferentes tipos de armas e até mesmo um item especial que os deixará imortais, para dar uma força na difícil missão que eles possuem.

Gráficos bons, efeitos sonoros e músicas excelentes!

Os gráficos são simples mas bem bonitos e coloridos. Os cenários de fundo do jogo são bem detalhados e diversificados. Alguns chefes aliens são gigantescos e estão muito bem desenhados! Para a pouca memória que o jogo tem, tudo ficou até que bem caprichado!

Os efeitos sonoros estão perfeitos! Os sons dos diversos tipos de tiros, explosões, etc, está tudo muito bem feito. As músicas são extremamente boas! Empolgantes mesmo! A Konami mostrou que desde o início, sua equipe não dá bobeira quando o assunto é trilha sonora de um jogo!

Uma ótima jogabilidade e um alto nível de dificuldade!

Os controles estão mais que perfeitos! A jogabilidade de Contra é sem dúvida o seu maior destaque e a responsável por este jogo ser tão bom! Todos os comandos são executado de maneira rápida, sem nenhum atraso.

A dificuldade do jogo é extrema! Você começa o jogo com apenas três vidas e com uma arma bem ruim. E como já disse antes, seu personagem não tem pontos de vida, mas em “compensação”, há um exército inteiro para se enfrentar, além de fases cheias de abismos, canhões, armadilhas e até lança-chamas! E quando você pega uma arma especial fique atento para não morrer, ou voltará a ficar com a fraca arma inicial. Se você ficar emperrado em alguma fase e chegar a esgotar os três continues, o jeito será apelar para o clássico macete que dá 30 vidas para cada jogador para facilitar as coisas no jogo.

Conclusão

Contra é mais um clássico eterno da era NES! Um ótimo início para uma série que até hoje continua viciando milhares de jogadores ao redor do mundo, graças a sua ação eletrizante! Um game que realmente fez história!

Alex Kidd in Miracle World – Clássico eterno do Master System!

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Informações Gerais:

Ano de lançamento: 1986
Console: Master System
Gênero: Ação/Plataforma
Fabricante: SEGA
Número de jogadores: 1

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E nascia o primeiro mascote da SEGA…

Na metade dos anos 80 a SEGA apresentaria ao mundo o personagem que passaria então a ser seu mascote, até ser “destronado” por Sonic em 1991. Trata-se de Alex Kidd, um jovem treinado em artes marcias e que possui grande força em seus punhos, sendo capaz de destruir rochas com um único golpe. Numa época em que o mundo havia ficado maravilhado com o Super Mario Bros da Nintendo, Alex Kidd teve a difícil missão de suprir as necessidades dos usuários do Master System em relação a um jogo de igual qualidade, originalidade e diversão.

Um jogo que inovou em sua época!

Após Super Mario Bros, era comum que grande parte dos jogos que seguissem o gênero Ação/Plataforma fossem quase que um mera cópia da grande obra de Shigeru Miyamoto. Mas o produtores de Alex Kidd in Miracle World não pretendiam copiar Mario, e sim criar um jogo que fosse original e que trouxesse boas novidades aos jogadores. E eles conseguiram isso, criando um jogo com uma jogabilidade totalmente diferente de Mario, “power ups” próprios e estágios bem diversificados e originais.

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A História do jogo

Até a história do jogo é bacana! Após algum tempo afastado de sua terra natal, o príncipe Alex descobre que um terrível vilão chamado Janken The Great sequestrou seu irmão gêmeo e está causando sérios problemas em seu reino. Como um verdadeiro herói, Alex deve passar por diversos perigos até poder enfrentar Janken e vencê-lo, salvando sua família e seu povo.

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Dinheiro não é tudo, mas é 100%!

Diferente dos demais jogos de plataforma, em Alex Kidd in Miracle World não há itens como estrelas ou moedas para se juntar, conseguindo assim uma vida extra após certo número de itens coletados. Ao invés disso o jogador pode ir acumulando dinheiro, que no jogo é representado por sacos. Com o dinheiro é possível a compra de diversos itens especiais nas lojas que são encontradas no decorrer da aventura, bem como a aquisição de veículos diversos, como uma moto super-veloz e um mini-helicoptero, e até mesmo vidas extras. Mas não somente nas lojas existem tais itens especiais, sendo que muitos deles também podem ser encontrados durantes as fases, muitos deles escondidos em blocos marcados com um ponto de interrogação. Só que tais blocos também podem esconder um inimigo terrível, semelhante a um fantasma ou coisa do tipo, que pode matar Alex. A questão de se arriscar ou não, fica por conta da decisão pessoal de cada jogador.

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Pedra, Papel e Tesoura

Outro ponto que diferencia Alex Kidd in Miracle World dos demais jogos que seguem seu mesmo estilo, é a forma como se derrota os principais chefões do jogo. Há sim chefões clássicos, onde Alex tem que usar apenas os seus poderosos punhos, mas os principais vão exigir mais do que força bruta. Alguns dos vilões do jogo só são derrotados ao perderem uma partida de JAN-KEN-PÔ. Muito popular no Japão, esta brincadeira consiste em optar por pedra, papel ou tesoura antes da música terminar, quando então ambos os jogadores mostram suas escolhas, determinando assim de maneira lógica quem sai vitorioso. Nas fases finais ainda será necessário dar alguns socos na cabeça dos vilões para que os mesmos sejam completamente derrotados.

Gráficos

Os gráficos de Alex Kidd in Miracle World são simples, mas muito bem feitos. Os cenários são bem diversificados e bem detalhados, e as cores do jogo são bem empregadas dando o melhor visual possivel para o jogo. Os desenhos dos personagens e inimigos de Alex são também bem feitos, superando em muito os jogos lançados na mesma época.

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Efeitos e Trilha Sonora

Os efeitos sonoros são bem legais e seguem a tradição de serem levemente infantis. Algo bastante comum nos jogos do gênero Ação/Plataforma lançados nos anos 80. A trilha sonora é bem curta, com poucas músicas. Isso faz com que um mesmo tema acabe se repetindo muito durante toda a aventura. Mas a qualidade das músicas é tamanha, que mesmo sendo repetidas várias e várias vezes, não enjoam os jogadores. Quem viveu este jogo na época em que ele foi lançado, com certeza até hoje tem o tema principal do jogo em sua memória, mesmo depois de mais de 20 anos!

Jogabilidade

A jogabilidade não é tão precisa, mas também não é um completo desastre. Em diversos momentos é necessário fazer um “cálculo” mental para saber onde Alex vai “cair” depois de um salto. É bastante comum morrer tocando um inimigo logo depois de um salto, ou mesmo acabar caindo em um rio de lava, por exemplo. Mas mesmo com uma jogabilidade um pouco defeituosa, basta algum tempo de jogatina para se acostumar com os controles e comandos do jogo, e então passar a errar bem menos. Há dois comandos básicos referentes aos botões: pular e socar, ambos sendo executados de forma precisa e rápida. A jogabilidade também varia um pouco de acordo com o tipo de estágio em que o jogador está (como nas fases aquáticas, por exemplo) ou com o tipo de veículo que esteja sob o controle de Alex.

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Dificuldade

Alex Kidd in Miracle World começa até de certa maneira, bem fácil, mas a dificuldade do jogo vai aumentando de modo gradativo a cada nova fase. Os inimigos são bem variados e alguns dão realmente um certo trabalho aos jogadores. Alguns cenários são um pouco complicados para serem explorados e até mesmo alguns chefes exigem um boa habilidade dos jogadores em relação aos controles e comandos do jogo. Alex não tem barra de energia, ou seja, basta um simples “esbarrão” nos inimigos para morrer. Não é um jogo impossível, mas se formos compará-lo com os demais jogos do gênero lançados posteriormente para o Master System, Alex Kidd in Miracle World trazia um desafio bem grande até para a época em que foi lançado.

Conclusão

Outros jogos foram estrelados por Alex Kidd, mas com certeza nenhum foi tão marcante para toda uma legião de jogadores quanto a aventura em “Miracle World”. Mesmo hoje sendo um personagem extinto no mundo dos games, Alex sempre terá seu espaço reservado na mente e no coração dos retro-gamers de todo o mundo, que ainda passam horas se divertindo com este simpático personagem.